sábado, 1 de abril de 2017

Taiobeiras e Salinas repudiam Reforma da Previdência de Temer

Manifestação em Taiobeiras
O mês de março foi de muita luta contra a PEC da Reforma da Previdência enviada ao Congresso pelo governo (considerado golpista pelos trabalhadores) de Michel Temer.
Manifestação em Salinas
Na microrregião Alto Rio Pardo, temendo os impactos negativos para a maioria da população, professores, alunos e trabalhadores rurais realizaram paralisações e manifestações para alertar contra os riscos dessa reforma.
Audiência na Câmara de Taiobeiras
Nos dias 08, 15, 28 e 31 de março os professores de várias escolas da região paralisaram as aulas. Já os trabalhadores rurais, convocados pelo coletivo de mulheres, manifestaram-se no dia 29 pelas ruas de Taiobeiras. Em São João do Paraíso, no Dia Internacional da Mulher, alunos e professores foram às ruas contra o projeto de Temer.
Moção de Repúdio da Câmara de Taiobeiras
No dia 15, professores foram às ruas de Salinas, convocados pela coordenação regional do SindUTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), para conscientizar a população dos itens trágicos da proposta enviada ao Congresso. No dia anterior, alunos de Ensino Médio de Novorizonte realizaram passeata com o mesmo fim pelas ruas da cidade.
Moção de Repúdio da Câmara de Salinas
No sábado 25, em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras, esse mesmo debate foi realizado com os associados.
Manifestação em São João do Paraíso
Na segunda 20, os vereadores de Salinas aprovaram por unanimidade uma moção de repúdio à elevação da idade mínima de aposentadoria para 65 anos, de autoria da vereadora Etelvina Ferreira. No dia seguinte, foi a vez da Câmara de Taiobeiras também aprovador unanimemente outra moção também criticando a PEC 287/2016, por iniciativa do vereador João Eudes de Oliveira.
Protesto em Novorizonte
Nas duas ocasiões, o povo lotou as galerias das duas casas legislativas demonstrando estar atento e preocupado com os perigos embutidos na reforma previdenciária. Queixa-se dos 49 anos de contribuição, da idade mínima de 65 anos, da supressão dos regimes especiais de professores e trabalhadores rurais e da equiparação injusta de mulheres e homens, além da desvinculação de aposentadorias e salário mínimo.
Protesto em Montezuma
Em outras cidades também ocorreram manifestações, como Curral de Dentro, Águas Vermelhas e Montezuma. A ameaça e o risco de morrer sem se aposentar une classes, categorias e políticos de todos os matizes no Alto Rio Pardo.

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