sábado, 15 de abril de 2017

Sobre a trágica violência em Taiobeiras

* Por Levon Nascimento

Já passou da hora de todo mundo em Taiobeiras dialogar para encontrar soluções para a violência.

D - I - Á - L - O - G - O, com letras maiúsculas.

Ninguém chegando com verdades prontas. Todos se portando humildes, sabendo que falharam e que não têm respostas prontas. Oposição e Situação. Será que dá?

PROPOSTA, MAIS DO QUE CONVERSA...

Eu tenho uma proposta para o início de conversa. Lembrando que não tenho respostas para esse problema da violência, apenas vontade de fazer algo para resolver.

A ideia é reunir a classe política no poder e fora do poder, situação e oposição, as famílias das vítimas e também dos algozes (elas também são pessoas interessadas no assunto), sem preconceito para com elas, lideranças religiosas, sindicalistas, artistas, trabalhadores em geral, professores, representantes de alunos adolescentes, direções escolares, autoridades policiais, do MP e do Judiciário e - a palavra chave - ouvir a todos: o que pensam, o que acham, o que compreendem, sem a pretensão de que um sabe mais do que o outro sobre o assunto.


Ao final, levantar os pontos de consenso e buscar formas de trabalhá-los, todos juntos. Que erremos tentando, mas que não erremos por omissão.


Podemos e devemos ter diferenças em quaisquer áreas. Mas vamos nos unir nessa questão: o combate à violência enquanto fenômeno e a defesa da vida e da dignidade de todos, até daqueles que nós classificamos como bandidos.

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