quarta-feira, 18 de março de 2015

Meu compromisso com o Brasil

Para mim, em primeiro lugar, vem o compromisso com a Pátria brasileira. Pátria entendida como o conjunto de todo o nosso povo. Dentre esse todo, faço uma opção preferencial pelos mais fracos, os pobres, as mulheres vítimas de machismo e violência, as crianças, os jovens, os idosos, as minorias vítimas de preconceitos e exclusões seculares e históricas. Então, enquanto conhecedor de um pouco da história e de ciências sociais, fiz uma escolha consciente, racional, porém afetiva, de participar da luta através da militância política.

Escolhi o PT como ferramenta desta luta, não como um fim em si mesmo ou como instrumento de fanatismo. Sei de suas falhas e defeitos. Sei de suas virtudes e valores. E entendo que estes últimos superam, ainda, os primeiros. Não é uma religião. É uma organização de luta humana (por isto mesmo, portadora de falhas), mas dotada de grande importância civilizatória para o Brasil. Tenho orgulho de fazer parte desta história, desta militância, destas conquistas sociais que garantiram mais soberania ao Brasil.

Não tapei meus olhos. Sei dos problemas. Mas prefiro fazer críticas e agir pela esquerda. Da direita, em 500 anos, só recebemos invasão, escravidão, tortura, ditadura e ódio. Milito, mas não espalho o mal. Fico triste quando vejo pessoas, até estudadas, com nível superior, possuídas pelo espírito fanático do antipetismo, portando uma raiva visceral e destrutiva. Isto deve fazer muito mal à saúde psíquica destas criaturas. A elas, antipetistas viscerais, com o coração cheio de ódio, eu ofereço neste Dia 13, Dia de Luta, a minha compaixão, o meu respeito, o meu amor. E a outra face!

Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro! Viva, para sempre, a nossa história de luta!

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