quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Textos do Levon na primeira semana do ano

Prof. Levon Nascimento
A seguir, textos com observações minhas a respeito da realidade que nos circunda, publicados na rede social Facebook nos primeiros dias de 2015.

Na França, hoje, mais um capítulo da onda de extremismo que só vem crescendo no planeta, ameaçando nos engolir, como uma tsunami. No Brasil, temos nossos Bolsonaros, Felicianos, Lobões, Sheherazades, Levis Fidélixes e uma cambada de doidos que ofendem e hostilizam nordestinos, negros, mulheres autônomas, pobres que recebem o Bolsa Família, petistas e esquerdistas, adeptos de religiões afro-brasileiras, gays e tudo o mais que consideram "inferiores". Mal sinal para a história de um mundo que ainda se ressente do Holocausto nazista de 70 anos atrás.
(Facebook, 7 de janeiro de 2015)

As palavras mais ditas por quem se declara de oposição ao PT: ódio, odeio, detesto, abomino, corrupto, otário, ladrão, larápio. Talvez você concorde com elas. Mas, antes que você responda, faça uso do método crítico e acrescente um "?" diante de cada uma. Em seguida, vá a fundo para procurar respostas. Inclusive, estude um pouco de história (ou muito mesmo). Não só história do Brasil, mas também história geral, principalmente de um período conhecido como entreguerras (1918 a 1939, na Europa, época do nazifascismo). Você poderá continuar a concordar com as palavras em questão, mas será pela sua própria capacidade de interpretação, não pela dominação midiática que sempre se fez no Brasil contra governos de matiz nacionalista ou popular, a exemplo de Vargas, JK, Jango, Lula e Dilma. Outra, que talvez você não sabia: as palavras lá de cima, que muitos usam contra o PT, são as mesmas que os nazistas alemães e os fascistas italianos usavam contra seus respectivos governos antes de derrubá-los e tomarem o poder. Também são as mesmas utilizadas contra Getúlio e Juscelino. O resultado, espero que você conheça através do estudo da história.
(Facebook, 6 de janeiro de 2015)

Quando o assunto mais "importante" tratado por certas pessoas "inteligentes" versa sobre a roupa da presidenta na posse, seu jeito de andar ou sua silhueta (tão distante do tal padrão ideal), ao contrário de debater as ideias expostas em seus discursos ou a composição de seu ministério, para mim fica cada vez mais claro que tomei a decisão correta em apoiá-la, fazer campanha para sua reeleição, votar nela e defender seu governo.
(Facebook, 2 de janeiro de 2015)

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