domingo, 6 de maio de 2012

Soneto à Cultura de Paz

(Poema de Marileide Alves Pinheiro)

Sentir medo ao olhar no olho do outro

Ou castigar o próximo por querer ser o que é?
O mundo sofre pelos seus filhos marotos
Mães aflitas choram a dor do seu viver.

Somos prisioneiros em nossas próprias casas

Enquanto a liberdade se faz ao ladrão
A violência só se perde com o tempo
Se com amor, preenchermos o coração.

Respeitar a vida, salvar o planeta

Buscar o equilíbrio e ouvir o outro
Atitude, democracia fortalecer.

Pensar, agir, sentir, conscientizar

Juntos lutar pela Cultura de Paz
A hora é agora, essa causa abraçar!

Um comentário:

marileide alves pinheiro disse...

Obrigada, Levon por divulgar este soneto.
Assim que fiquei sabendo da audiência de Segurança Pública aqui em Taiobeiras, de início pensei em escrever um Manifesto de Paz. Fiquei com as palavras na cabeça, mas quando comecei a escrever saiu em forma de poesia.
Saiu em forma de soneto. Espero que o mesmo seja a nossa bandeira de luta pela PAZ na nossa cidade e que ilumine os corações de todas as pessoas...