domingo, 23 de outubro de 2011

Chuva e "Balada da Caridade"

Chuva o dia inteiro aqui no sertão de Minas. Muito bom! Precisamos de água! No entanto, a chuva me relembra uma canção "de igreja" bastante conhecida. Um canto que motiva a contemplar nos sinais da vida a necessidade a que muitos estão expostos, especialmente os mais pobres, os excluídos dos bens necessários à vida com dignidade. Antiga? Não. Atualíssima por este mundo a fora. Confira a "Balada da Caridade"


Balada da Caridade
Composição: Gomes/Ribeiro

Para mim a chuva no telhado
É cantiga de ninar
Mas o pobre meu Irmão
Para ele a chuva fria
Vai entrando em seu barraco
E faz lama pelo chão

Como posso
Ter sono sossegado
Se no dia que passou
Os meus braços eu cruzei?

Como posso ser feliz
Se ao pobre meu Irmão
Eu fechei meu coração
Meu amor eu recusei? (bis)

Para mim o vento que assovia
É noturna melodia
Mas o pobre meu irmão
Ouve o vento angustiado
Pois o vento, esse malvado
Lhe desmancha o barracão

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